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A maior simulação computadorizada já feita de uma rede neural – uma espécie de cérebro eletrônico – acaba de ser realizada no Japão. A simulação foi possível graças ao desenvolvimento de estruturas de dados avançadas para o software de simulação NEST, um programa de código aberto disponível gratuitamente para cientistas de todo o mundo. Rodando o NEST em um supercomputador japonês, a simulação alcançou 1,73 bilhão de neurônios, interconectados por 10,4 trilhões de sinapses. Simular uma rede neuronal – e um processo como o aprendizado, por exemplo – requer grandes quantidades de memória porque as sinapses são modificadas constantemente pela interação neuronal, e o simulador precisa oferecer condições para essas modificações. Assim, mais importante do que o número de neurônios na rede neural simulada é o fato de que, durante a simulação, cada sinapse entre os neurônios excitatórios contou com 24 bytes de memória, permitindo uma descrição matemática precisa da rede.
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Transístor a vácuo supera eletrônica sólida


Transístor a vácuo supera eletrônica sólidaPegando o vácuo

Há cerca de um mês, cientistas causaram sensação ao apresentar um nanotransístor a vácuo, que mais parece uma reinvenção das antigas válvulaseletrônicas.

Parece que a ideia tem sustentação, tendo vindo para ficar.

Agora foi a vez de uma equipe da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, apresentar a sua versão de transístor a vácuo – já com uma tensão operacional muito mais baixa.

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A vida sem engenheiros….


Uma mera ilustração de como seria nossa vida sem os engenheiros.

 

Sem Engenheiros Eletrônicos: 

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Rotação da luz cria um transístor óptico


Físicos austríacos usaram o magnetismo para rotacionar feixes de luz, criando um componente totalmente óptico que funcionalmente equivale ao transístor eletrônico – um transístor de luz.

Polarização da luz

Rotacionar a luz é um feito recente, de grande interesse científico e tecnológico, criando experimentos que já distinguem entre luz torcida e luz super torcida.

Mas o avanço agora foi significativo: além de muito mais intenso, o efeito foi obtido utilizando camadas ultrafinas de um material semicondutor, o telureto de mercúrio.

As ondas de luz podem oscilar em diferentes direções, de forma parecida com a corda de um violão, cuja direção da vibração depende de como ela foi tocada. Esse fenômeno é chamado polarização da luz.

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Semáforos de LED têm proteção contra apagão


Com informações da Agência Fapesp – 10/02/2011

Pode ser pior

Se encontrar o semáforo fechado pode parecer ruim, muito pior é encontrá-lo piscando ou totalmente desligado.

Sobretudo no verão, os semáforos localizados nas principais vias das cidades brasileiras costumam apresentar com maior frequência problemas que, além de causar transtornos aos motoristas, podem ocasionar graves acidentes de trânsito.

E apagões e quedas de energia em dias de chuva muito forte não são os únicos inimigos dos semáforos e dos motoristas.

Com a incidência frontal dos raios solares nos semáforos convencionais, os refletores posicionados atrás do conjunto óptico fazem com que os raios sejam refletidos na direção do motorista. Isso, em conjunto com as lentes coloridas, cria a sensação de falso aceso das cores sinalizadas – o chamado “efeito fantasma”.

Semáforos de LED têm proteção contra apagões

O semáforo plano de LEDs criado pelos engenheiros brasileiros é mais leve e reduz custos de instalação e manutenção. [Imagem: Ag.USP]

Novo chip brasileiro oferece alternativa para miniaturização


Com informações da Agência Fapesp – 03/03/2011

Pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) começaram a ingressar em uma área até então dominada no Brasil por cientistas situados nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.

No início de janeiro eles concluíram o desenvolvimento do primeiro chip (circuito integrado) projetado e implementado no Mato Grosso do Sul.

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